Somos um exportador japonês de pneus usados em contêineres fechados. A Bolívia não tem litoral, e o mercado é incomum de um jeito nesta pesquisa: o Japão já é seu maior fornecedor de pneus usados, não um recém-chegado tentando entrar.
Matarani (Peru, trânsito)
A Bolívia não proíbe pneus usados ou remoldados — ela os taxa com uma tarifa de importação fixa de 30% (Decreto Supremo 4372, outubro de 2020), um custo deliberado em vez de uma proibição. Em contraste, pneus novos têm tarifa zero sob uma medida separada em vigor até o final de 2026. O próprio órgão boliviano de pesquisa comercial situa os pneus usados em cerca de 35% dos aproximadamente 1,5 milhão de pneus vendidos anualmente no país, e identifica o Japão como a principal fonte por valor.
Duas rotas de entrada, ambas por terra
A Bolívia não tem litoral. A carga transita por Arica, no Chile, a rota tradicional com um direito de livre trânsito que remonta a um tratado de 1904 e que transporta cerca de 74% da carga com destino à Bolívia, ou por Matarani, no Peru, uma alternativa de crescimento mais rápido (mais de 111% no primeiro semestre de 2024) que costuma ser mais barata e menos congestionada. Santa Cruz é o principal centro do interior, com o distrito atacadista Comercial Chiriguano — cerca de 70 lojas de pneus — como o maior conglomerado varejista de pneus usados.
A rota marítima
Cotamos CIF até Arica (Chile) ou Matarani (Peru), os dois portos de trânsito usados para carga com destino à Bolívia sob o direito de trânsito livre do tratado boliviano. Qual é mais rápido ou mais barato depende da rota e do congestionamento do momento — pergunte-nos sobre a comparação atual.
Embarcamos a partir de treze portos japoneses — Ishikari, Tomakomai, Hachinohe, Akita, Sendai, Niigata, Kashiwazaki, Tóquio, Yokohama, Nagoya, Osaka, Kobe e Moji. O porto usado depende de onde o estoque é coletado, não do seu destino.
Não publicamos prazos de trânsito, pois dependem do armador e da rota do momento. Pergunte ao consultar e informaremos o cronograma que estamos realmente cotando.

O que cabe em um contêiner
- Pneus de passeio (PCR), 12 a 17 polegadas — cerca de 3.500 unidades em um contêiner de 40 pés, carregados 2 em 1 ou 3 em 1
- Pneus de caminhão e ônibus (TBR), 11R22.5 medida única — 288 unidades em um contêiner de 40 pés
- Mistura de PCR e caminhão leve — aproximadamente 2.200 PCR mais 500–550 unidades LT
As listas completas de medidas e a classificação estão nas páginas de categoria: pneus de passeio, caminhão e ônibus, caminhão leve e carcaças para recapagem.




Condições e pagamento
Cotamos CIF até o seu porto de descarga. O seguro marítimo está incluso em cada embarque. O frete normalmente é pré-pago no Japão; o frete a pagar no destino pode ser combinado se for melhor para o seu banco.
A maioria dos clientes paga por transferência (T/T). Para um contrato anual, também trabalhamos com carta de crédito (L/C) à vista.
Perguntas frequentes — importar pneus usados do Japão para na Bolívia
É legal importar pneus usados para a Bolívia?
Sim. Aplica-se uma tarifa de importação fixa de 30% (Decreto Supremo 4372, 2020) em vez de uma proibição. Pneus novos têm atualmente tarifa zero sob uma medida separada e temporária.
O Japão já é uma fonte comum para o mercado boliviano de pneus usados?
Sim — a pesquisa comercial boliviana identifica o Japão como o principal fornecedor de pneus usados por valor, e os pneus usados representam cerca de 35% do mercado de pneus do país em volume.
Arica ou Matarani?
Ambas são rotas de trânsito sob o direito de tratado boliviano de passagem livre. Arica é a rota tradicional e transporta a maior parte do volume; Matarani cresce rapidamente e costuma ser mais barata com menos congestionamento. Podemos cotar qualquer uma das duas.
Qual é o pedido mínimo?
Um contêiner de 40 pés.
Posso misturar tamanhos e tipos em um contêiner?
Sim. Informe-nos os tamanhos e a proporção aproximada de cada um.
Solicitar uma cotação para para a Bolívia
Informe seu porto de descarga, as medidas desejadas e a quantidade aproximada. Respondemos com um preço CIF e o cronograma de embarque.
Como funciona o processo de compra — da primeira consulta à inspeção, ao carregamento e aos documentos.
